quarta-feira, 20 de Maio de 2009

MONFORTE - CÉDULA DE 2 CENTAVOS (1922)



Na segunda metade do século XIX assistiu-se a uma enorme proliferação de pequenos Bancos, sendo alguns deles emissores de notas.
O forte abrandamento da economia portuguesa verificado no último quartel do mesmo século; a especulação bolsista sobre títulos espanhóis; a descida cambial face a Londres e a falta de capitalização das instituições bancárias conduziram a um elevado número de falências e concentrações, nomeadamente após a crise de 1876.

Apesar do Banco de Portugal ser o único Banco emissor de notas desde 1887, existiam ainda em circulação inúmeras notas de vários outros Bancos.
As sucessivas falências de Bancos foram provocando receios na população e as falências dos Bancos Lusitano e do Povo foram a gota de água para a corrida à moeda metálica, especialmente de prata e ouro, à semelhança do que ocorrera em 1876. A corrida foi de tal ordem que o Governo teve de decretar a suspensão da convertibilidade das notas.
Note-se que as moedas de prata, de 50 a 500 réis, desempenhavam um papel fundamental na economia doméstica, pois eram as mais utilizadas no dia a dia da população.

A situação monetário-financeira era difícil e para a contrariar foi dada autorização para a emissão de moedas de prata até ao montante de 2.000 contos de réis (Decreto de 7 de Maio de 1891); foram ainda emitidas as cédulas de 50 e 100 réis pela Casa da Moeda e nos valores de 50, 100 e 200 réis pela Câmara Municipal do Porto. Noutros concelhos houve igualmente emissões particulares de cédulas. O Banco de Portugal emitiu com carácter de urgência notas de baixo valor, as primeiras chapas de 500 e 1.000 réis.

A inconvertibilidade das notas em moeda metálica foi-se mantendo e apenas em 1931, com a criação do “novo sistema monetário” foi assumido que “a circulação portuguesa passou a ser constituída por notas inconvertíveis do Banco de Portugal e pela moeda subsidiária emitida pelo Estado. Esta mesma foi algumas vezes substituída por cédulas.” (DL n.º19869, de 9 de Junho de 1931).

Fonte: http://www.forum-numismatica.com

segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

PLANTA DO CASTELO

Esta planta foi feita com base nos desenhos e nas medições de Duarte de Armas e reconstituí dentro do possível a sua aparência nessa época.

domingo, 28 de Dezembro de 2008

JARDIM ANTÓNIO SARDINHA

segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

PRESIDENTE DA REPÚBLICA EM MONFORTE

terça-feira, 25 de Novembro de 2008

PARADA MILITAR

domingo, 9 de Novembro de 2008

Heráldica do Século XIX

Brasão municipal de Monforte.

Gravura da obra As Cidades e Villas da Monarquia Portugueza que Teem Brasão d'Armas (III vols., 1860-62; data na capa do vol. I, 1865), de Inácio de Vilhena Barbosa (1811-1890).

quarta-feira, 5 de Novembro de 2008

MERCADO DE SÃO MARTINHO


sábado, 6 de Setembro de 2008

PRAÇA DE TOUROS

terça-feira, 19 de Agosto de 2008

ROSSIO DE MONFORTE

segunda-feira, 7 de Julho de 2008

ADUA


quarta-feira, 21 de Maio de 2008

FEIRA DO GADO - ROSSIO





sexta-feira, 11 de Abril de 2008

PRACINHA

quarta-feira, 15 de Agosto de 2007

ANTIGO CONVENTO


terça-feira, 10 de Julho de 2007

FUTEBOL CLUBE MONFORTENSE

Equipa de Juvenis (1974)
Outras equipas






sexta-feira, 29 de Junho de 2007

Praça da República





Quem será o gajo do saco ás costas?

segunda-feira, 18 de Junho de 2007

IGREJA DA MADALENA




sexta-feira, 8 de Junho de 2007

PRIMEIROS CARROS EM MONFORTE




domingo, 27 de Maio de 2007

Passado mais recente






E pena de não serem da mesma época.....
mas mostra a boa arquitectura que cá temos..

AB

sexta-feira, 25 de Maio de 2007

AMARELOS OU ENCARNADOS? INDEPENDENTES


VOLTA A MONFORTE EM BICICLETA


NOSSA SENHORA DE FÁTIMA EM MONFORTE









terça-feira, 22 de Maio de 2007

CASTELO


PONTE ROMANA




CENTRO COMERCIAL DE MONFORTE


MONFORTE - HORA DE PONTA